Fundamentado nos valores cristãos, na última quinta-feira (18), a Faculdade Batista de Minas Gerais promoveu o Painel Universitário entre professores das áreas de Biologia, Teologia e Direito sobre as visões de cada área em relação ao aborto. Com os temas “A biologia do feto”, “O direito à vida e da mulher” e “Os princípios divinos”, as conversas retrataram de modo claro e emocionante a dádiva da vida, que é fruto do amor de Deus, e mostraram a necessidade da correspondência do amor humano para gerá-la e defendê-la.

Entre os convidados, o evento contou com a participação de Renata Frizeiro Lima Netto, professora de Biologia da unidade Floresta. Com base em provas biológicas, Renata falou sobre o desenvolvimento do feto e ensinou que este é considerado vida humana a partir do momento em que ocorre a fecundação.

Luciana Trindade R. Bottrel Mansur, professora do curso de Direito da Faculdade Batista de Minas Gerais, por sua vez, palestrou sobre os direitos em relação à vida. A partir das leis brasileiras, ela explicou que assim como ninguém pode tirar uma família da própria casa, o feto não pode ser retirado do útero, pois isso o deixa desprotegido. Luciana trouxe ainda dados que revelam que, em países onde o aborto é legalizado, o índice de interrupções da gravidez é maior.

Já Marcos Adriano Lovera, professor do curso de Teologia da Faculdade Batista, apresentou o que a Bíblia diz sobre a vida humana. Durante a ministração, ele enfatizou que, assim como devemos respeitar as leis humanas, precisamos obedecer às leis de Deus sobre a preservação da vida.

Lovera destacou ainda que, para Deus, o critério para considerar a existência da vida humana não passa pela formação completa da parte física, com base em Salmos 139:13-16: “Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda”.

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